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Trabalho por conta própria cresce 10,1% em São Paulo

Em São Paulo, Estado com maior peso na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a carteira assinada caiu 3,2% no primeiro trimestre, ante o mesmo período de 2015, o equivalente ao corte de 351 mil vagas formais no período de um ano.

"Houve uma redução de emprego. Além do total empregado no setor privado estar menor, ele tem presença menor de carteira assinada", afirma Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Segundo afirma, os sucessivos cortes de vagas com carteira assinada resultaram numa mudança na estrutura do mercado de trabalho, com maior informalidade.

Em São Paulo, o contingente de trabalhadores por conta própriaaumentou 10,1% no período de um ano, o que equivale a 389 mil pessoas a mais nessa condição.

"Houve uma mudança na estrutura do mercado, que é a presença maior do trabalhador por conta própria, e a presença menor dos trabalhadores com carteira. Essa mudança é que impulsiona esse aumento na desocupação", apontou Azeredo.

Ainda em São Paulo, a perda da estabilidade e do rendimento da população ocupada também motivou que indivíduos fora da força de trabalho passassem a procurar emprego para ajudar a aumentar a renda domiciliar, o que fez aumentar a taxa de desocupação.

"Geralmente essa região tem o que a gente chama de efeito farol. Ela tende a sentir de forma mais rápida e mais fortemente essas consequências no mercado de trabalho provenientes de alterações econômicas, como a crise", justificou o pesquisador.

O total de inativos diminuiu 4% na região no primeiro trimestre ante o primeiro trimestre de 2015, 530 mil pessoas a menos. O total de desocupados cresceu 45,7%, 906 mil pessoas a mais em busca de um emprego.

"A região apresenta uma indústria maior, consequentemente tem um processo de formalização e um mercado de trabalho mais organizado. Agora, não foi diferente das outras regiões. Ocorre que, em São Paulo, o impacto é mais forte e mais cedo", diz Azeredo. Apenas o Estado de São Paulo responde por 23,8% da força de trabalho do País.

Fonte: Diário do Comércio



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