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Papo de Empreendedor: Não tenho nada a ver com isso!

Nas empresas existem algumas expressões que denomino de "assassinas".

Ei-las: "Já fiz a minha parte!"; "Não é da minha área!"; "Estou no meu horário de almoço e não posso fazer nada agora!"; "O gerente não está e somente ele pode resolver" (Então, nesse caso, se o gerente for abduzido por um disco voador a empresa para?); "Não sou pago para isso!". Bem, estou certo de que vocês conhecem muitas outras expressões "assassinas" parecidas com essas, não é mesmo?

Há uma antiga fábula, mas bem atual na sua mensagem, que metaforicamente nos mostra que tudo está imbricado, sem chances de continuarmos omissos e ficarmos isentos das consequências dessas atitudes egóicas. 
A historieta é a seguinte (talvez você já a conheça, mas é sempre bom recordar):

A Fábula do Rato
Um rato, olhando pelo buraco da parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Curioso, e já salivando, pensando que tipo de comida eles haviam comprado, apura bem os olhos, mas o que vê o deixa horrorizado. Descobre que o casal havia comprado uma ratoeira, armando-a no canto da cozinha.
Pálido, sai sorrateiramente da casa e, no pátio, já vai logo avisando a bicharada:

- Ouçam-me todos: muito cuidado! Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!

A galinha, que ciscava logo adiante, com um olhar blasé, fita o rato e lhe diz: - Seu rato, ratoeira é um problema seu, não meu! Vê lá se eu entro na casa! O porco, que passava no momento e ouvira a advertência do rato, com um sorriso meio cínico e um bafo nauseabundo disse: - Ihhh, meu caro rato, tu tá encrencado mesmo! Mas, cara, eu sou um porco, e ratoeiras nunca foram feitas para pegar ...... porcos ..... Rsrsrsrsrsrs!!! (O rato não disse, mas pensou: "porco filho de uma égua!"). 

Decepcionado com as atitudes de seus colegas bichos na fazenda, o rato avista mais adiante uma vaca pastando placidamente. Dirige-se a ela e também lhe informa da existência de uma ratoeira na cozinha da casa da fazenda.  Com um mugido um tanto roufenho, a vaca murmura guturalmente - Sinto muito amigo rato, mas nessa cozinha entra apenas o meu leite. Eu nem passo perto daquela porta! Vamos fazer o seguinte: enquanto eu pasto aqui, vou orar por você. Vá em paz, que tudo vai dar certo!   O rato colocou o rabo entre as pernas e voltou para o seu buraco.

Naquela noite, com sede, a esposa levanta-se para beber água. Tendo esquecido da ratoeira, tropeça nela, cai e quebra a perna. Vai parar no hospital. De volta à casa da fazenda, sem poder fazer nada, o marido manda a empregada MATAR a galinha para fazer uma sopa para a esposa. 

A parentada da mulher veio então para visitar a coitada em convalescência. Para alimentar a trupe, o fazendeiro MATA o porco. 

A mulher, por fim, tendo ficado curada, para comemorar,  o fazendeiro convida todos os amigos para um churrasco. E manda MATAR a vaca .......

Na vida, seja no lar ou no trabalho, vale a pena a gente pensar muito bem ANTES de dizer - NÃO TENHO NADA A VER COM ISSO!



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