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Palestra do Sebrae supera expectativas e reúne 50 empreendedores a custo zero

O gerente regional do Sebrae São Carlos e economista, Paulo Sérgio Cereda mais uma vez esteve em Descalvado, no último dia 21, terça-feira, através do PAE (Posto de Atendimento ao Empreendedor) e ACID (Associação Comercial e Industrial de Descalvado) para oferecer  ferramentas importantes à classe comercial e empresarial para lidar com a atual situação econômica do país e entender as mudanças. Segundo a equipe da ACID a palestra “Cenários Econômicos e Perspectivas de Mercado” superou as expectativas reunindo cerca de 50 empreendedores com investimentos a um custo zero.

A palestra teve o objetivo de repassar para o empresário o entendimento das principais ferramentas da economia e como  funciona a política fiscal, a política  macroeconômica e cambial e o que reflete toda vez que há mudanças.
Assim quando o empresário ouvir uma notícia sobre o assunto possa entender os efeitos que terão sobre o seu negócio, principalmente nas altas e baixas das taxas de juros e diante dos cortes que o governo tem feito.

“A ideia foi fazer uma leitura de como nós chegamos à atual situação econômica, quais as decisões econômicas que têm sido tomadas para nos tirar  dessa situação,  e o que podemos esperar do futuro”, exemplificou Cereda sobre o tema.
Essa parceria com a ACID tem municiado os associados e empreendedores em geral que se interessam e participam das programações de como enfrentarem o período de crise com serenidade e ao mesmo tempo tirar proveito buscando adaptações e mudanças.
Ao final das explanações de Cereda com a participação e questionamento de alguns empresários presentes, foi feito um resumo de todas as crises que o Brasil já enfrentou e que todas elas passaram e  que o momento atual pede calma, investimento em gestões positivas e inovações buscando o crescimento.


Taxa Cambial baixa favorece a exportação
Tema um tanto complexo, mas de extrema importância para setores que dependem da exportação e ou importação e toda vez que o Governo faz alterações na taxa cambial alguém sai perdendo.
No momento o Brasil está atuando com a taxa cambial em baixa, ou seja, a moeda do Real está desvalorizada em relação ao dólar. “Isso é bom pra quem  exporta, porque o produto nacional ficou mais barato lá fora sem mexer no valor interno, ou seja, na medida que transformar o real em dólar o produto custará menos”, explica o economista.
Com essa desvalorização a indústria nacional ganhou em competitividade com relação aos produtos importados que se tornaram mais caros para o bolso do brasileiro. Por outro lado, ainda há uma grande pressão inflacionária pela desmontagem da cadeia produtiva brasileira. 
Com a taxa cambial em baixa alguns setores estão retomando o abastecimento de matéria prima nacional como a metalmecânica, o agronegócio, o ramo calçadista e as indústrias da linha branca, que em 2014 zeraram essa negociação interna. “A cadeia produtiva está renascendo, mas não acontece de uma hora para outra. Temos um câmbio dentro do minimamente responsável”, explica Cereda e prevê que as melhoras serão sentidas a partir de 2016.
O setor calçadista  já está tendo respostas positivas começando a fechar contratos internacionais gerando emprego e receita, fatores que devem aquecer a economia gerando um crescimento sustentável.

Na contramão
Desde a época do presidente Sarney (1985-1990) o Brasil tem passado por crises econômicas, num total de 16, com muito sacrifício, perdas e ganhos têm sido superadas. Essas crises acontecem porque o país tem muita política econômica e quase nenhuma gestão.
Enquanto que em outros países uma pequena ideia é passível de grande sucesso e geração de alta economia, aqui para se transformar uma ideia num empreendimento a luta burocrática é tremenda. São tantas taxas e impostos que em menos de cinco anos muitas empresas quebram e outras não passam do primeiro ano.
De acordo com dados apresentados o Brasil tem mais de 200 mil normas de créditos, leis e portarias que incidem sobre as atividades das empresas, sem contar os erros de registros que fazem com que empresas isentas de determinados impostos paguem um percentual absurdo e não conseguem correção.
Por isso que muitos investidores procuram oportunidades fora do país para um empreendimento, onde é fácil contratar, mais fácil implantar, mais fácil comprar e vender e mais fácil ter sucesso. 
O Brasil precisa com urgência de uma Reforma Tributária que vem sendo discutida há décadas no Congresso Nacional  e nesta semana, mais uma vez foi criada uma comissão para formular proposições dentro de 30 dias, encabeçada pelo deputado Eduardo Cunha.

Jornalista Marisa Monzani - MTB 468.317


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